Pré-jogo: Santos e Atlético Goianiense













O duelo do pior mandante contra o pior visitante.

Assim será Santos e Atlético Goianiense.

O Peixe, no Campeonato Brasileiro, ainda não venceu nenhuma partida fora de casa.

Em 6 partidas, um empate contra o Cruzeiro e cinco derrotas (Vasco, Atlético PR, Palmeiras, Figueirense e Botafogo).

O Atlético-GO, por outro lado, é um dos piores, se não o pior, mandante do campeonato.

Acumula, em seus domínios, cinco derrotas (Vasco, Fluminense, Corinthians, Avaí e Atlético Paranaense) e duas vitórias, contra Ceará e Cruzeiro. No último jogo em casa levou 3 x 0 do Atlético-PR.´

O Peixe, com dois jogos a menos, ocupa a 14ª posição na tabela, com quatro vitórias, três empates e seis derrotas, totalizando 16 gols marcados e 20 sofridos.

O Dragão, por sua vez, está na 17ª posição e desponta como grande candidato ao rebaixamento. Possui três vitórias, quatro empates e oito derrotas, equacionando 13 gols marcados e 19 sofridos.


Desfalques

O Atlético Goianiense terá três desfalques certos para a partida de amanhã. São eles o lateral-direito Rafael Cruz, o meia Vítor Júnior e o atacante Marcão.

Outro que sentiu dores e pode não entrar em campo é o atacante Felipe.

Além disso, a equipe goiana atuará com um técnico interino, uma vez que o treinador contratado ontem a noite, Hélio dos Anjos, comparecerá ao estádio apenas para observar o time.

Por outro lado, o Santos tem como desfalques Edu Dracena e Elano, suspensos com o terceiro cartão amarelo, além de Ibson, machucado, e Danilo, servindo à Seleção Brasileira sub-20.

Com isso, Muricy provavelmente entrará com a seguinte formação: 4-3-1-2.

Bruno Rodrigo entra no lugar de Edu Dracena, além de Adriano no de Ibson, jogando o time com três volantes, sendo um de marcação fixa (Adriano) e outros que saem bem para o ataque (Arouca e Henrique):







Considero essa escalação e formação ideais para a "era Muricy" (com exceção de Bruno Rodrigo que, no meu time ideal, sairia para a entrada de Edu Dracena).

Não haverá desculpa para o resultado de empate ou derrota.

Perdoe-me a torcida do Atlético, mas contra um time de pouca qualidade, desfalcado e sem técnico, a obrigação do Santos é uma só:

Vencer.


Ontem Muricy Ramalho concedeu entrevista coletiva... e seu humor não estava dos melhores:




3 comentários :

  1. Foi bom enquanto durou... Acho que está na hora do Murici pegar o boné... Não há mais clima, é visível a falta de empenho dos jogadores... Triste, mas real...

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  2. reinaldo fernandes13 de agosto de 2011 22:08

    Lamentável, lamentável, lamentável....fora Ganso. Neste momento eu toparia trocar o Ganso pelo Keirryson. O cara anda em campo, cheio das dorzinhas, troca por qualquer um, manda embora para algum time do Pará, não dá mais. Dá nojo de ver ele jogando. Alguém falou time mediocre o Atletico, acho que mediocre está o Santos. Sinceramente neste momento eu só não queria ficar em vigésimo lugar, o último; então vamos torcer para que o Avaí continue perdendo pois aí vamos ficar em 19o. Desse jeito o Sr. Muricy vai conhecer seu primeiro rebaixamento.

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  3. Acho curioso o fato de grandes técnicos, como Vanderlei Luxemburgo e Muricy Ramalho, passarem por fases tão ruins em suas carreiras. Nos últimos anos, a carreira do técnico do Flamengo estava em acentuada descendente, mas conseguiu dar a volta por cima com o Flamengo. Já Muricy, tem se sagrado campeão seguidamente pelos clubes onde passa, e não lembro de tê-lo visto enfrentando a situação por que passa hoje no Santos, com o risco de rebaixamento.

    O problema: os times que ganham "tudo" se acomodam. Foi assim com o Flamengo, no ano seguinte ao título brasileiro, e estava sendo com o Fluminense, até pouco tempo atrás.

    Para isso, Bernardinho, o técnico da Seleção Brasileira, sugere a criação de uma "zona de desconforto".

    A ideia está exposta no livro "Transformando Suor em Ouro":

    "Ser campeão do mundo é ótimo, motivo de alegria, de orgulho. Mas e depois? Como seguir em frente pensando na competição seguinte após conquistar um título mundial? Minha cabeça já estava focada em nosso próximos desafios. AO encontrar-se no dia seguinte com a equipe no aeroporto, dei-lhes os merecidos parabéns, mas tratei de antecipar o que seria diferente em 2003.

    - Vamos começar a treinar às oito da manhã.

    Protestos veementes. A história se repetiria no fim do ano, após a conquista da Copa do Mundo no Japão: o início do treino passaria a ser às sete horas da manhã.

    Sempre lancei mão desse e de outros recursos - que chamo de "zonas de desconforto" - para evitar que achassem que todas as suas metas já estivessem sido atingidas. O combate à acomodação é permanente. Ao garoto convocado pela primeira ve, se você diz que o treino começa às sete, é possível que pergunte: "Não pode ser às cinco?" Ele quer melhorar, está animado, cheio de gás. Já o campeão do mundo pode reagir de outro modo: "Por que não às dez?" Como já chegou lá, tende a relaxar. Por isso quero todos na quadra às sete da manhã".

    Qualquer semelhança com a conquista da Libertadores não é mera coincidência...

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