Pré-jogo: Santos e América-MG

O Santos, em franca ascensão, enfrenta um esfacelado América, último colocado do Brasileiro.














O Peixe não perde a exatos sete jogos, sendo cinco vitórias e seis empates.

Nos últimos três jogos, três vitórias consecutivas: Avaí 1 x 2 Santos, Santos 1 x 0 Cruzeiro e Corinthians 1 x 3 Santos.

Ocupa o time da Vila a 11ª posição no Campeonato Brasileiro, com 32 pontos e 2 jogos a menos que seus adversários.

Até aqui, foram 9 vitórias, 5 empates e 8 derrotas, com 32 gols marcados e 31 sofridos.

O América de Minas, coitado, na última posição da tabela, é fortíssimo candidato ao rebaixamento.

No primeiro turno, o Santos sofreu no Pacaembu para vencer o América por 1 x 0, em um gol contra do zagueiro da equipe mineira, após falta cobrada por Danilo.

No entanto, defende o campeão continental um tabu: nunca o time mineiro venceu o santista.

Foram, até o momento, 8 jogos, com 5 vitórias santistas e 3 empates.


Formação tática

Com o retorno de Arouca, Muricy manteve ontem no treino a mesma formação que vinha sendo utilizada, o 4-3-3.

Henrique, expulso no duelo contra o Corinthians, fica de fora.

Com isso, a escalação para amanhã deve ser: Rafael, Edu Dracena, Durval, Danilo, Léo, Adriano, Arouca, Ibson, Alan Kardec, Neymar e Borges.























O dilema de Muricy

Com o retorno de P.H. Ganso e Elano, qual será a atitude de Muricy?

Duvido muito que mantenha a formação com 3 atacantes.

Caso o fizesse, o Santos provavelmente jogaria no 4-2-1-3 do ano passado, com Arouca e Henrique atuando como volantes e Ganso na armação, pelo meio.

Mas ainda acho isso extremamente improvável.

Tentando pensar com a cabeça de Muricy, chego à conclusão de que o treinador optará pelo retorno do 4-3-1-2 habitual, com o meio formado por Henrique (1º volante), Arouca (2º volante), Elano (2º volante e/ou meia direita) e P.H. Ganso (meia armador), e o ataque com Neymar e Borges.

Alan Kardec chegou para compor elenco, para ser o substituto de Borges, pensa Muricy.

E, atuando com três atacantes, caso um deles se machucasse, não haveria substituto à altura, mas apenas os garotos da base, também pensando como o treinador santista.

Portanto, podem guardar o otimismo: a formação com três atacantes tem prazo de validade.

Termina com a volta de Ganso.