Aquecimento: Santos x Atlético Sorocaba


















O jogo. Será disputado na Vila Belmiro, as 19h30min.

Time titular. Aranha, Jubal, Neto, Cicinho e Mena; Arouca, Leandrinho e Cícero; Geuvânio, Thiago Ribeiro e Leandro Damião.

Reservas. Vladimir, David Braz (!), Bruno Peres, Zé Carlos, Alison, Rildo, Gabigol e Stéfano Yuri.

Desfalques. Lucas Lima, Edu Dracena, Léo, Giva, Alan Santos (suspenso) e Gustavo Henrique (suspenso).

Análise tática. Oswaldo de Oliveira deverá manter durante todo o Campeonato Paulista o esquema 4-2-3-1, com os defensores jogando em linha, laterais mais marcadores, um volante marcador e outro móvel, três meias e um centroavante que trocam constantemente de posição, para confundir a marcação.

Na falta de Montillo, Cícero assume a armação das jogadas pelo centro.

Interessante observar que o destro Thiago Ribeiro atua na esquerda, enquanto o canhoto Geuvânio joga pela esquerda.

Trata-se de uma boa tática utilizada há tempos pelo Bayern de Munique para dificultar a marcação adversária, acostumada a marcar os jogadores no lado de seu "pé bom".

Análise tática: Santos x Atlético Sorocaba



Ataque x Defesa. O Atlético Sorocaba é o penúltimo colocado geral, e segura a lanterna do grupo A, onde o Penapolense, que derrotou o Santos no último jogo, é líder, 5 pontos a frente do São Paulo.

O Santos tem o melhor ataque da competição, com 18 gols marcados, enquanto o Atlético Sorocaba anotou apenas 8 gols (3º pior ataque).

Defensivamente, o Santos é a 4ª melhor defesa, tendo levado 8 gols, ao contrário do clube de Sorocaba, a pior defesa da competição, com 17 gols sofridos.

Vai brilhar. Geuvânio tem se destacado sempre que atua na Vila Belmiro. Vai brilhar.

Pode surpreender. Jogando na Vila Belmiro, minha aposta será sempre nos meninos da Vila. Para o jogo de hoje, apostarei no brilho de Leandrinho, que pode surpreender.

Está devendo. Leandro Damião chegou ao Santos e até agora não dá nenhum sinal que vá justificar o investimento de R$ 42 milhões. Até agora 3 jogos e nenhum gol.

Palavra do treinador. "O momento do artilheiro é qualquer momento. Fora de campo, é o momento de propiciar condições para ele produzir o que se espera. O fundamental, e ele tem consciência disso, é que a equipe vença. Não devia, mas estão desconfiando. Um jogador do calibre dele não podia ser submetido a esse tipo de prova. Já provou até em Seleção. Quem somos nós, fora do campo, para julgarmos isso?"

Dúvida pertinente. Contra o time de pior defesa do campeonato, na Vila Belmiro, Damião marcará seu primeiro gol?

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