Emerson Palmieri, a DIS e sua renovação



O ano é 2012.

E a lateral-esquerda do Santos é desesperadora.

Léo, o titular, segue constantemente machucado, e quando entra falha seguidamente.

Juan assume então a lateral-esquerda.

Pior ainda.

No ano seguinte, foi a vez de Guilherme Santos fracassar na posição.

Estamos em 2014.

O problema da lateral-esquerda foi resolvido.

A diretoria santista voou até o Chile para trazer Eugenio Mena, hoje titular absoluto da lateral-esquerda santista e da Seleção Chilena, que disputará a Copa do Mundo em poucos dias.

O menino Emerson, de apenas 20 anos, com destacada passagem pela Seleção Brasileira Sub-17 e com relevante histórico de lesões, tem suprido bem a ausência de Mena, seja por convocação ou por lesão.

E Léo, que, apesar de todo o respeito que tenho por ele, já passou da hora de parar.

Temos excelentes laterais-esquerdos.

Não fosse agora começar uma possível nova novela de renovação de contrato.

Logo de Emerson Palmieri, o promissor lateral-esquerdo da base...

Seu contrato com o clube vai até o dia 30 de setembro de 2014.

As tratativas para renovar seu contrato iniciaram-se em setembro do ano passado (!!!), mas até agora nem sinal da renovação contratual.

O problema para a renovação contratual?

Ela, sempre ela, a DIS.

O jovem lateral-esquerdo é agenciado pelo Grupo DIS, que briga na Justiça com o Peixe e atualmente pretende se desfazer de todos os jogadores com os quais possui direitos econômicos.

Novas reuniões estão sendo agendadas para prorrogar o contrato de Emerson.

No entanto, ainda não há nada certo.

O clube possui 65% de seus direitos econômicos, o lateral 30% e a DIS 5%.

O que preocupa é o fato do atleta já poder assinar pré-contrato com outra agremiação a partir do dia 1º de abril (ironicamente, o dia da mentira).

Por isso a preocupação e a correria para a renovação de contrato.

Emerson, não siga o mesmo caminho de Alemão, Jean Chera e Neílton.

Permaneça no clube que mais valoriza seus jogadores de base no Brasil.

E seja feliz.